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Posts Tagged ‘Crítica de Cinema’

[Crítica de Cinema] Minha canção de amor (My own love song)

9 de setembro de 2010 2 comentários

Um ótimo filme sobre pessoas comuns com problemas mais comuns do que imaginamos e como é difícil não desistir de seus ideais, com uma história bastante divertida que nos faz pensar se os problemas que temos são realmente tão grandes que não possam ficar piores. Com dois atores vencedores do Oscar de melhor ator (Renée Zellweger e Forest Whitaker) eu já esperava por um grande filme.

Acompanhamos uns dias na vida de Jane (Renée Zellweger), uma ex cantora talentosa que após sofrer um acidente que a deixou paraplégica, desiste de sua carreira e abre mão de seu filho, deixando ele para adoção. A vida de Jane começa a mudar após conhecer Joey (Forest Whitaker), um ex-bombeiro que após um incêndio em que perdeu sua família diz ter começado a falar com fantasmas ou anjos como ele mesmo chama. Joey resolve levar Jane até Nova Orleans para palestra de um escritor que ele é fã e de lá fazer com que Jane (sem ela saber) reencontrasse o filho que ela não via a cerca de 7 anos. No meio da viagem eles encontram Billie (Madeline Zima) uma jovem que o marido desapareceu a cerca de 1 mês e ela desesperada não sabe mais onde procurar.

O ator Nick Nolte também faz uma participação no filme como um músico falido que perdeu tudo que tinha e ganha a vida cantando em hotéis e por algum motivo é fugitivo da polícia, graças a ele Jane volta a cantar em seu show e volta a tomar gosto pela música. O responsável pelas músicas do filme é ninguém menos que Bob Dylan. Mais um bom filme que não pode faltar na coleção.

Nota: 9 de 5 – 10

Trailer:

Categorias:Cinema e TV

[Crítica de Cinema] The Killer Inside Me

8 de setembro de 2010 2 comentários

Bom pessoal, quero começar explicando a falta do título do filme em Português que foi devido o filme ainda não ter estreado no Brasil, a estreia prevista é apenas para 15 de Outubro. Delongas nas datas de estreias dos filmes em outros países tiram a paciência de qualquer um que esta aguardando determinado filme em cartaz nos Estados Unidos, por exemplo, e por aqui só passará depois de 2, 4, até 6 meses de atraso. Motivos como esse fazem com quem vez por outra eu “baixe” um filme pela Internet para não ter que esperar ele chegar aos cinemas aqui. Como foi o caso desse filme.

Antes de falar do filme quero deixar bem claro a minha opinião sobre a pirataria de DVDs, sou totalmente contra! Sem falar na falta de qualidade das cópias e sem a caixa do dvd original…
As vezes baixo filmes da internet como citei acima mas se o filme é bom (Ou ao menos eu goste) eu compro o original para minha coleção, nunca um pirata de rua que sustenta o tráfico e etc… Bom é minha opinião sobre o assunto.

O filme é uma adaptação para o cinema do romance “O Assassino em Mim”, de Jim Thompson escrito em 1952, conta a história de um jovem ajudante de xerife, na verdade um psicopata escondido atrás de um bom moço, que começa a matar para encobrir suas histórias de adultério e corrupção. Bastante violento o filme de baixo orçamento (cerca de 15 milhões de dólares) foi bem produzido e não deveu nada as grandes produções da mesma linha, sem falar na grande atuação do “psy-cop” Lou Ford vivido por Casey Affleck e das garotas Jessica Alba e Kate Hudson.

Fiquei interessado em ver o filme quando soube da polêmica gerada sobre ele no Festival de Sundance onde dizem que a atriz Jessica Alba se retirou do festival na hora em que o rosto de seu personagem (a prostituta Joyce) foi mostrado como um tomate estourado depois de levar uma surra do personagem de Affleck, o filme ficou marcado como extremamente violento e perturbador. Claro que isso me chamou atenção. Outro ponto interessante mostrado no filme é a “tara” por bater em bundas que o psicopata Lou tem com as mulheres (Graças a essa mania podemos ver a bela bunda da Jessica Alba e o bundão da Kate Hudson no filme) o que muitos podem até pensar que não tem nada de anormal… Até o filme mostrar como ele (ou de quem) pegou essa mania, putz! Não vou contar pra não perder a graça, mas dai que tive uma idéia de como ele se tornou um psicopata.

Enfim, um filme que se passa no estado do Texas na década de 50, bem produzido e com um enredo chocante. Se você gostou de filmes como “Onde os fracos não tem vez”, vai gostar desse aqui também.

Nota: 8 de 5 – 10

Trailer:

Categorias:Cinema e TV

[Crítica de Cinema] Repo Men

13 de julho de 2010 3 comentários

O que aconteceria se alguém resolvesse misturar filmes como Blade Runner, Vanilla Sky e um pouco de Jogos Mortais? Eu diria que a resposta é Repo Men. Um filme bastante interessante com Jude Law, o vencedor do Oscar Forest Whitaker, a nossa brazuca Alice Braga e Liev Schreiber. O filme mostra um futuro caótico movido pelo caos, empresas poderosas e pela banalização da violência. Um futuro onde a ciência evoluiu ao ponto de conseguir repor órgãos humanos por órgãos artificiais, desde que se possa pagar por isso. E como lãs nos Estados Unidos quando se compra algo e não se paga, o bem é tomado do comprador, vale para casa, carro e também para os órgãos artificiais.
Os coletores como são chamados, são as pessoas responsáveis por encontrar as pessoas com implantes através de um tipo de scanner via código de barras portátil e de recuperar o órgão ali mesmo, abrir o pobre coitado onde estiver e remover o órgão a sangue frio, essas partes me lembraram Jogos Mortais…


Um belo dia o coletor Remy (Jude Law) sobre um acidente e se vê obrigado a usar um órgão artificial para poder viver, sendo que ele não consegue mais fazer o seu trabalho depois de passar para o lado das pessoas que dependem desses trecos artificiais para viver e ao mesmo tempo que não consegue pagar a mensalidade bastante absurda e logo ele estaria no lugar de suas vítimas. Nessa situação ele vira um foragido e seu melhor amigo e ex-colega de profissão Jake (Forest Whitaker) passa a persegui-lo. Para Jake “trabalho é trabalho” não importa quem seja o alvo.
Durante a fuga Remy conhece Beth (Alice Braga) que também é fugitiva da União, empresa responsável pelos órgãos artificiais e pelos coletores de órgãos. Durante a fuga eles decidem lutar juntos contra o sistema, contra a União. Mas onde entra a parte Vanilla Sky do filme? Bem… O final do filme pode parecer um pouco macabro para os “bonzinhos” do filme e sem dúvida é uma grande surpresa.
Enfim, não vou contar para não perder a graça, mas é surpreendente.
Não sei se ou quando ele vai passar nos cinemas aqui no Brasil, cheguei a ver o trailer desse filme à cerca de três meses atrás no próprio cinema mas depois nunca mais ouvi falar.

Nota: 8 de 5 – 10

Trailer:

Categorias:Cinema e TV
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